sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Feliz Ano Novo!!!...

Querido amigo, desejo à você um um 2011 transbordante da presença de Jesus, que verdadeiramente, você frutifique como uma pessoa salva em Cristo Jesus, que você seja sal e luz, onde quer que esteja, lembrando sempre, que Deus não se prende a datas e calendários, o tempo é hoje, é agora, o Senhor está com aqueles que o buscam, que o temem, que o amam..
Não espere amanhã, faça hoje, peça o perdão, perdoe, diga que ama, abrace, beije, ore, leia a Palavra, agradeça a Deus tudo o que Ele te deu, agradeça também, a todos os "nãos" que recebeu do Pai, sabendo que tudo coopera para o bem daqueles que o amam...Ou seja: Não deixe para amanhã o que se pode fazer hoje, agora!!

Lembre-se do que disse Jesus: "Eis que estou contigo todos os dias, até a consumação dos séculos"

Um abraço, Deus o abençõe, e que a paz que excede a todo o entendimento esteja sobre ti!!

Karin

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

O Nascimento do Rei...

O nascimento do Rei chegou. O Natal é uma festa de grande alegria. Traz glória a Deus no céu e alegria na terra entre os homens. O anjo disse aos pastores de Belém: “Não temais, porque vos trago novas de grande alegria para todo o povo; é que hoje na cidade de Davi, vos nasceu o Salvador, que é Cristo, o Senhor” (Lc 2.10,11). Os céus de Belém se cobriram de anjos e uma música ecoou desde as alturas: “Glória a Deus nas maiores alturas, e paz na terra entre os homens a quem ele ama” (Lc 2.14). Devemos celebrar o nascimento de Jesus com entusiasmo, com gratidão e com louvor em nossos lábios. O Natal foi planejado na eternidade. Foi prometido no tempo. Anunciado pelos profetas. Cumprido na plenitude dos tempos. Deus entrou em nossa história, encarnou-se, vestiu a nossa pele e calçou as nossas sandálias. Jesus veio ao mundo não apenas para estar ao nosso lado, mas para ser o nosso substituto. O Rei dos reis fez-se servo. Sendo rico, tornou-se pobre. Sendo santíssimo, fez-se pecado. Sendo o autor da vida, morreu em nosso lugar.

O nascimento do Rei foi um golpe no orgulho dos poderosos. O Rei dos reis não entrou no mundo vestido das glórias celestiais. Ele não nasceu num palácio, mas numa estrebaria. Não pisou tapetes aveludados, mas andou pelas estradas poeirentas da Palestina. Não usou um cetro de ouro, mas empunhou um cinzel na dura faina de uma carpintaria. Não veio ostentando poder, mas esvaziou-se e tornou-se servo. Não reivindicou seus direitos, mas humilhou-se até a morte e morte de cruz.

O nascimento do Rei aponta-nos para o insondável amor de Deus. Ele nos amou desde toda a eternidade. Deus nos amou não porque merecíamos ser amados. Amou-nos quando éramos fracos, ímpios, pecadores e inimigos. Ele amou-nos sendo nós filhos da ira. Amou-nos e deu-nos seu Filho Unigênito. Deu-o como oferta pelo nosso pecado. Entregou-o para ser cuspido pelos homens e ser pregado numa cruz como nosso substituto.

O nascimento do Rei revela que há uma estreita conexão entre a manjedoura e a cruz. O Rei da glória entrou no mundo como o Cordeiro de Deus. Ele nasceu para morrer. Jesus é o nosso Cordeiro Pascal. Ele foi imolado em nosso lugar. Seu sangue foi vertido para expiar os nossos pecados. É pela sua morte que recebemos vida. É pelo seu sacrifício que somos perdoados, remidos e reconciliados com Deus.

O nascimento do Rei abriu-nos o caminho de volta para Deus. Ele mesmo é o caminho do céu. Ele é a porta da glória. Por meio dele temos livre acesso ao Pai e podemos entrar confiadamente na presença daquele que está assentado no trono. É por meio de Jesus que somos reconciliados com Deus. É por meio de Jesus que recebemos vida em abundância. É por meio de Jesus que somos adotados na família de Deus, somos feitos filhos de Deus, e nos tornamos herdeiros de Deus.

O nascimento do Rei é a festa da vida e da salvação. Precisamos resgatar o verdadeiro sentido do Natal. Precisamos devolver o Natal ao seu verdadeiro dono. Precisamos como os magos do Oriente, ir a Jesus para adorá-lo, depositando a seus pés os nossos melhores tesouros, pois ele é digno de receber toda honra, toda glória e todo o louvor.

Fonte: Hernandes Dias Lopes


Você faria o que JESUS fez?

Ele trocou um castelo impecável por uma estrebaria suja. Trocou a adoração dos anjos pela companhia de assassinos. Poderia segurar o universo na palma de suas mãos, mas renunciou a isso para flutuar no ventre de uma virgem.

Se fosse Deus, você dormiria na palha, mamaria no seio de uma mulher e usaria uma fralda? Eu não, mas foi o que Cristo fez.
Se você soubesse que aqueles a quem amou debochariam na sua cara, você ainda se importaria? Cristo se importou.

Ele se humilhou. Deixou de dar ordens a anjos para dormir na palha. De segurar as estrelas para agarrar o dedo de Maria. A palma da mão que sustentava o universos recebeu o cravo de um soldado.

Por quê? Porque é isso que o amor faz. O amor põe o ser amado acima de si mesmo.
O amor aguenta a parada até o fim... e Cristo deixou a eternidade sem fim para se limitar ao tempo, para se tornar um de nós. Ele não precisava. Poderia ter desistido. A qualquer momento ao longo do caminho, Ele poderia ter dado o assunto como encerrado.

Quando viu o tamanho do ventre, Ele poderia ter desistido.
Quando viu como sua mão poderia ser pequena, como sua voz poderia ser fraca, como sua barriga poderia ter fome, Ele poderia ter desistido. Ao sentir o cheiro fétido da estrebaria pela primeira vez, na primeira brisa de ar frio. Na primeira vez em que arranhou o joelho ou assou o nariz gripado, ele poderia ter virado as costas e ido embora.
Quando ele viu o chão sujo de sua casa em Nazaré. Quando José lhe deu uma tarefa para fazer. Quando seus colegas de escola cochilavam durante a leitura da Torá, a sua Torá. A qualquer momento, Jesus poderia ter dito: "Pronto! Chega! Estou indo para casa." Mas Ele não o fez.

Ele não o fez, porque Ele é amor. Um amor que vale a pena! E nos amou de tal maneira que se deu para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.

Texto de Max Luccado

"Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu, e o principado está sobre os seus ombros, e se chamará o seu nome: Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz". Isaias 9 :6

domingo, 12 de dezembro de 2010

Fim de ano...

Oi Pessoal!!
Estou sumida, mas na verdade é falta de tempo!!
Fim de ano costuma ser corrido, e eu ando correndo muito (casa, filhos, curso, igreja, trabalhos...{GRAÇAS A DEUS!!!}) e não me faltam Palavras para colocar aqui, mas até digitar...
Mas logo logo, passando as festas, eu volto com tudo!!!
Um beijo à todos que me seguem, que passam por aqui, que Deus possa abençoar, cada um de vcs!!!
Até!!!

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Suco de Limão com Couve...

Esse suco é muito gostoso!!!
E fácil de fazer!!

2 limões, divide em quatro partes, e coloque no liquidificador com casca e tudo, acrescente 1 litro de água e bata, mais não muito, porque como está com a casca, fica muito azedo. Costumo dizer que é só dar um "susto" no limão.
Passe pela peneira, lave o liquidificador, e coloque 2 ou 3 folhas de couve, bata bem, passe na peneira novamente, acrescente umas pedras de gelo e adoce como quiser!!



Até a próxima!!!

Salada de Grão de Bico...

Olá pessoal!!!
Tem mais ou menos um ano que eu e meu marido estamos numa "dieta" mais saudável.. Não que isso fizesse com que perdessemos todos os quilonhos a mais que desejamos, mas estou falando em qualidade de vida.
Acrecentamos arroz integral, alguns cereais, e mais verduras e legumes às nossas refeições, ainda não conseguimos abrir mão totalmente de todas as delícias que gostamos, mas criamos algumas regrinhas para nós, como trocar o refrigerante ( que tomávamos 4 litros/dia) por um suco.

Hoje vou postar uma deliciosa salada de Grão de Bico:

500g de Grão de Bico
1 Pimentão Amarelo grande
1 maço de coentro
Alho à vontade (eu exagero, pois adoro!!)
1 cebola grande
Azeite
Sal



Ficou uma delícia!!
Além de muito nutritiva!!!

Conheça os benefícios dos ingredientes clicando neles!!

Beijo!

sábado, 27 de novembro de 2010

Cante somente as Escrituras!!

Há algum tempo atrás, postei aqui algo sobre os cantores gospel, falando da idolatria exagerada e sobre os altos cachês cobrados pelos cantores...
Mas recebi algo por e-mail, e louvo a Deus por que escreveu, (não sei quem foi!), mas tem a ver com o que eu penso sobre o louvor à Deus.

Não vou colocar tudo, porque o texto é grande, mas aí vão algumas partes:

1. Afirmamos que a música cristã deve ser centrada nas Escrituras;

A palavra de Cristo habite em vós ricamente, em toda a sabedoria; ensinai-vos e admoestai-vos uns aos outros, com salmos, hinos e cânticos espirituais, louvando a Deus com gratidão em vossos corações.

Colossenses 3:16 (Bíblia)

O texto diz que devemos ensinar uns aos outros através de salmos, hinos e cânticos. Logo, vemos que a música, além de louvar a Deus, serve para edificar aqueles que ouvem a letra. E quando isso acontece? Quando a palavra de Cristo habita em nós de um modo abundante.
Se uma teologia bíblica for abundante em nosso meio, a música será um instrumento de edificação; se não, será uma difusora de heresias.
Querem saber por que a música, hoje, é tão pouco bíblica?
É exatamente porque a Palavra de Deus não é abundante na mente dos cristãos.
Quer saber por que os momentos de louvor são tão mortos ou cheios de falso fogo? Porque não cantamos as Escrituras:

Profiram louvor os meus lábios, pois me ensinas os teus estatutos.

Salmos 119:171 (Bíblia)

Se ensinarmos os decretos do Senhor através das canções, os lábios dos cristãos transbordarão de louvor genuíno.

eu te louvo pelas tuas justas ordenanças.

Salmos 119:164 (Bíblia)

Precisamos perceber que os cânticos, salmos e hinos possuem um papel didático, como ocorria com os Salmos no povo de Israel. Comentaristas explicam que eles cantavam constantemente a Palavra sobre Deus, pois temiam que lhes sobreviesse o que Deus disse: “Se vocês se esquecerem de mim, os ferirei” (cf. Dt 6:12-16). É por isso, talvez, que Paulo nos alerta que nos mantenhamos cheios do Espírito

falando entre vós em salmos, hinos, e cânticos espirituais, cantando e salmodiando ao Senhor no vosso coração,

Efésios 5:19 (Bíblia.
Logo, esse é nosso apelo aos músicos da Igreja de Deus: Cantem a Bíblia! Que vocês possam dizer como o Salmista: “Os teus preceitos são o tema da minha canção...” (119:54) e “A minha línguas cantará a tua palavra...” (119:172).

2. Afirmamos que a música cristã deve ser baseada nos Atributos de Deus;
Medite nas palavras de I Crônicas 16:29, onde diz: “[...] Adorai ao SENHOR na beleza da sua santidade.” Perceba que esse texto nos manda adorar a Deus por conta de um dos Seus atributos: A Santidade. Veja, não é uma adoração vaga. Não é uma adoração vazia. Não é uma adoração baseada unicamente em emoções. É uma adoração baseada no que eu conheço de Deus. É exatamente isso que deve acontecer. Deus deve ser adorado não por conta de uma voz que nos leva a cantar ou por notas dissonantes que nos comovem, mas por causa dos atributos do nosso Criador e da Sua magnífica obra.
Se estudarmos a palavra “louvor”, nos surpreenderemos ao perceber que ela é um sinônimo da palavra “elogio”. Você não elogia ou louva uma pessoa porque está sentindo algum tipo de êxtase místico, mas por causa dos elogiáveis atributos dela. Percebemos isso se meditarmos no livro de Salmos. Veja quão ricos são tais louvores. Se você analisar com atenção, os atributos de Deus são vívidos naqueles hinos. Além disto, as ordenanças para adorar ao Senhor neste livro se baseiam constantemente em suas obras e atributos.
“Louvai ao SENHOR, porque ele é bom; porque a sua benignidade dura para sempre.” (136:1); “Adorai o SENHOR na beleza da santidade.” (29:2) “Louvai ao SENHOR, porque o SENHOR é bom...” (135:3); “Louvarei o teu nome pela tua benignidade, e pela tua verdade; pois engrandeceste a tua palavra acima de todo o teu nome. [...] Todos os reis da terra te louvarão [...] E cantarão os caminhos do SENHOR; pois grande é a glória do SENHOR.” (138:2,4,5); “Eu te louvarei, porque de um modo assombroso, e tão maravilhoso fui feito; maravilhosas são as tuas obras, e a minha alma o sabe muito bem.” (139:14).

3. Logo, Afirmamos que a música cristã deve expor Cristo.
Se as Escrituras testificam de Cristo (Jo 5:39) e se Cristo é a revelação do Pai (Jo 1:18); a conclusão lógica disto é que a música cristã, ao seguir as duas primeiras condições, naturalmente irá expor Jesus Cristo. Assim, como Cristo deve ser o centro de todas as ações da Igreja (cf. I Co 10:31; Cl 3:17; Rm 14:23b), para que Jesus seja normalmente exposto nas músicas que o povo de Deus canta, as duas primeiras condições precisam ser seguidas. Se a música não for centrada nas Escrituras nem baseada em quem Deus é, ela não irá expor Cristo de um modo suficiente, sendo, assim, um pecado contra Deus.

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Louvo ao Senhor por estas palavras!
Não consigo mais ouvir rádio, "louvam-se" amigas, papagaios e periquitos nas canções, louvores de auto ajuda, emocionalismo..
Precisamos somente das Escrituras! Sola Scriptura!!
O povo está verdadeiramente perecendo por falta de conhecer a Palavra!!
A Palavra de Deus nos cura, nos liberta, nos sara, dá alegria, nos consola, nos traz a paz!!

Que possamos louvar o Senhor, todos os dias da nossa vida, em todos os lugares aonde estivermos, não somente com canticos ou com palavras, mas principalmente com nossas atitudes!!

Bjks!!

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

RIO DE JANEIRO RENDIDO À MARGINALIDADE...


Infelizmente, nossa bela cidade está rendida à marginalidade!
Nós, cidadãos de bem, reféns de uma bandidagem sem escrúpulos e limites...
Sabe de quem é a culpa?
Nossa!! É nossa mesmo, dos cristãos, que ficam preocupados com seus próprios umbigos, fazendo campanhas e correntes para se tornarem prósperos nessa terra, esquecendo que nosso tesouro está nos céus...
A Bíblia diz que por se multiplicar a iniquidade o amor de muitos esfriaria...Sabe quem multilplica a iniquidade? NÓS!!

Os ímpios não sabem o que é iniquidade, pois já estão perdidos em seus pecados e acham tudo isso normal...Mas nós, que sabemos o que é errado, o que entristece ao Senhor, o que é iniquidade...continuamos na prática, graças a pastores comprometidos com seu próprio ventre, e que em vez de ensinar o povo a ter vida com Deus, ficam ensinando os 10 passos da vitória, e o povo, (me desculpe, mas tenho que falar) burro, ignorante, pois estão perecendo, por não conhecerem a Verdade, pois não lêem a Bíblia, ficam só ouvindo as baboseiras que igrejinhas, como Universal (se é que se pode chamar a IURD de igreja), Paz e Vida, Graça, IMPD, AVEC, e outras por aí andam pregando...

ABRE O OLHO POVO QUE SE CHAMA PELO NOME DO SENHOR!!!

e se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face, e se desviar dos seus maus caminhos, então eu ouvirei do céu, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra.

2 Crônicas 7:14 (Bíblia)


Não espere NADA dos governantes, eles não podem fazer NADA!!

Se nos unirmos em oração creio que Deus pode mudar nossa história!!!

E vc?

Deixe sua opinião, não se acovarde, eu não sou carioca, mas amo essa cidade!!
Não se cale!!!Não seja omisso!!

Karin

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Não pergunte o porque, simplesmente se alegre e descanse!!

Ainda que a figueira não floresça, nem haja fruto nas vides; ainda que falhe o produto da oliveira, e os campos não produzam mantimento; ainda que o rebanho seja exterminado da malhada e nos currais não haja gado.
todavia eu me alegrarei no Senhor, exultarei no Deus da minha salvação.
O Senhor Deus é minha força, ele fará os meus pés como os da corça, e me fará andar sobre os meus lugares altos. (Ao regente de música. Para instrumentos de cordas.)

Habacuque 3:17-19 (Bíblia)



Esses dias o Senhor falou comigo através do livro de Habacuque.
Fui meditando nesses versículos, que já são bem conhecidos, depois voltei para o início do livro, onde vemos o profeta clamando ao Senhor.
Habacuque vivia num tempo, creio eu, não muito diferente do que vivemos hoje, de violência, mas o que o Senhor falou comigo foi o seguinte:

No verso 12 e 13 do cap. 1, vemos Habacuque falando ao Senhor, como se o Senhor, não tivesse atento, vendo o sofrimento dele.
Igualmente a nós, que quando passamos por tribulação, por angústias, por dor, achamos que o Senhor se esqueceu de nós, achamos que Ele não está nos vendo, achamos "injusto"da parte do Senhor, nos punir com algo, com tanta gente fazendo tanta coisa ruim...Ó não somos merecedores...

pode uma mãe esquecer-se de seu filho de peito, de maneira que não se compadeça do filho do seu ventre? Mas ainda que esta se esquecesse, eu, todavia, não me esquecerei de ti.

Isaías 49:15 (Bíblia)


porque ele faz nascer o seu sol sobre maus e bons, e faz chover sobre justos e injustos.

Mateus 5:45 (Bíblia)


Todos nós estamos suscetíveis a todas as coisas, mas com uma diferença: Ele nos sustenta!! Aleluia!! Ele, o Senhor, o Próprio Deus, está no controle da nossa vida, e nada, NADA mesmos, escapa de seus olhos:

Os olhos do Senhor estão em todo lugar, vigiando os maus e os bons.

Provérbios 15:3 (Bíblia)


No capítulo 2, vemos Habacuque orando, e a resposta do Senhor vindo à ele.
E Deus falando:

mas o justo pela sua fé viverá.

Habacuque 2:4 (Bíblia)


Nós, povo que se chama pelo Nome do Senhor, não andamos por vista, e sim pela fé, e fé é crer, não no que é palpável, mas naquilo que não se vê!!!

E no capítulo 3, vemos enfim, o profeta se rendendo, descansando e se alegrando no Senhor, ainda que tudo ao seu redor estivesse de ponta cabeça!

Não fique tentando entender o porque das coisas, isso só traz desgaste, cansaço, mas se você escolhe passar a sua luta com os olhos no Senhor, você verá que logo ela terá fim, que quando você menos esperar, já acabou...

Te convido a fazer o mesmo: Se em sua vida, tudo estiver contrário, as notícias, não serem boas, Descanse e se alegre no Senhor, porque Ele tem cuidado e continuará cuidando de você!!

Deus o abençoe ricamente!!!

Karin

Uma Cruz, duas mensagens!!


Recentemente li um artigo que me trouxe uma nova luz sobre a mensagem da cruz. Não que as mensagens da cruz me fossem totalmente desconhecidas, mas, sim, que eu nunca as havia articulado da maneira como o autor as articulou. Enquanto eu lia aquelas palavras, no meu coração havia um misto de alegria e de maravilhamento. Aquelas palavras que me conduziam por um caminho que eu já conhecia (alegria), mas, que ao mesmo tempo, me parecia tão novo (maravilhamento).



Sem dúvida, essa é uma das marcas da vida com Deus. Estamos sempre andando por caminhos que já conhecemos, mas que, ao mesmo tempo, são sempre tão novos. Pense por um instante. Não é assim com a nossa vida de oração? Os caminhos com Deus em oração não são, ao mesmo tempo, conhecidos e maravilhosamente novos? Oramos todos os dias e, todos os dias, somos convidados a vivenciar experiências novas no nosso relacionamento com Deus. É o mesmo Deus, o mesmo período de oração, e, muitas vezes, as mesmas palavras; mas, ao mesmo tempo, é um momento único – nunca vivenciado, em que a doçura de Deus nos parece tão nova e fresca!



E o que nós podemos dizer da nossa leitura da Bíblia? Lemos os mesmos textos tantas vezes, e maravilhosamente, eles sempre parecem tão novos, tão cheios de vida e tão repletos de respostas para nós! “Essa era justamente a palavra que eu precisava ouvir hoje,” falamos com nós mesmos. E às vezes até nos perguntamos: “Como é que eu nunca havia percebido isso antes?” Não é que as palavras sejam novas, mas sim que o Espírito Santo as torna novas para nós. Ele opera em nossas mentes e corações, abrindo-nos os olhos, falando conosco, e trazendo nova luz e entendimento àqueles conhecidos versículos da Bíblia.



Foi isso o que aconteceu comigo ao ler esse artigo sobre a cruz. Pouco a pouco, a mensagem da cruz foi se descortinando diante dos meus olhos e eu percebi que a cruz não é somente um símbolo que fala sobre o perdão dos nossos pecados, mas é também uma prescrição sobre a única maneira como podemos viver a vida que Deus nos prometeu. A cruz sempre anuncia duas coisas: primeiro, que os nossos pecados já foram perdoados; e, segundo, que a nossa vida nessa terra vai ser marcada por renúncias. A cruz não apenas nos dá a vida, mas ela também nos tira a vida. Ela não apenas promove a reconciliação entre o homem e Deus, mas ela também anuncia a separação entre os diversos tipos de pessoas, entre aqueles que querem viver para o Reino de Deus e aqueles que querem viver de acordo com o espírito do mundo.



Jesus, ao falar sobre a sua morte na cruz, e, portanto, ao falar sobre o plano de Deus para a redenção do homem, falou também, no mesmo contexto, sobre a morte do homem. No mesmo contexto em que ele disse que a sua morte na cruz era necessária – para trazer a vida aos homens, ele também disse que a cruz é necessária na jornada da vida desses mesmos homens que recebem vida. Imediatamente depois que ele falou que ele precisava ir a Jerusalém para ser morto e ressuscitar ao terceiro dia, ele disse: “Se alguém quer vir após mim, a si mesmo se negue, tome a sua cruz e siga-me. Porquanto, quem quiser salvar a sua vida perdê-la-á; e quem perder a vida por minha causa achá-la-á” (Mateus 16.24-25).



Da perspectiva de Jesus, a cruz é o símbolo tanto da sua morte redentiva em favor do homem, quanto da vida de renúncias desse mesmo homem por causa da mensagem de Cristo. O autor do artigo que eu li recentemente, Jonathan J. Bonk, disse que, “Muitos, achando-se a si mesmos discípulos de Cristo por terem aceitado – superficialmente – o que Jesus lhes oferece através da cruz, são, na verdade, uma fraude. Encontrando esse tipo de “crentes” na cidade de Filipos, Paulo, chorando, reconheceu que muitos “são inimigos da cruz de Cristo ... [porque] só se preocupam com as coisas terrenas” [Filipenses 3.18-19.] A comunhão da cruz era estranha para aqueles membros da igreja. Eles não haviam se conformado com Jesus na sua morte. “O destino deles é a perdição,” concluiu Paulo com os olhos cheios de lágrimas,” afirma Bonk em seu artigo.



De repente, como que ouvindo, mais uma vez, uma velha novidade, reconheci que a mensagem da cruz não é apenas uma, mas duas! A cruz não apenas nos diz que recebemos a vida através de Cristo, mas também que perdemos a nossa vida por causa de Cristo. Nós não somente entramos no Reino dos Céus, mas também saímos do império dos trevas. Nós não somente formos tornados amigos de Deus, mas também nos tornamos inimigos do mundo sem Deus. Por essa razão, não há como aceitarmos a mensagem da cruz e vivermos os valores contrários à mensagem da cruz; abraçarmos a cruz e ao mesmo tempo abraçarmos o mundo; ganharmos a vida no céu e segurarmos a nossa vida na terra; dizermos SIM para a vida com Jesus e ao mesmo tempo SIM para a vida dessa terra. Não há como vivermos o “melhor dos dois mundos.” Esses dois mundos são opostos, antagônicos, e contrários. A cruz é uma só, mas a sua mensagem são duas!



Então eu entendi porque, no passado, quando os missionários eram enviados para o campo, no ato do envio, eles recebiam uma cruz. O propósito disso era tão somente o de fazê-los lembrarem-se, e jamais se esquecerem de que eles deveriam viver sob a dupla mensagem da cruz, dessa cruz, que é sinal tanto de vida, quanto de morte; tanto de ganho, quanto de perda; tanto de conquistas, quanto de renúncias; tanto de fragilidade, quanto de poder; tanto de fraqueza, quanto de força; tanto da morte do homem, quanto da vida por meio de Cristo; tanto da perda desse mundo, quanto da esperança dos céus.



Nesse momento, não há como não me lembrar da maravilhosa novidade daquele antigo hino:



Rude cruz se erigiu

Dela o dia fugiu

Como emblema de vergonha e dor

Mas contemplo essa cruz

Porque nela Jesus

Deu a vida por mim pecador



Sim, eu amo a mensagem da cruz

‘Té morrer eu a vou proclamar

Levarei eu também minha cruz

´Té por uma coroa trocar




Gustavo Bessa

domingo, 14 de novembro de 2010

Somos embaixadores de Cristo!


“De sorte que somos embaixadores em nome de Cristo, como se Deus exortasse por nosso intermédio” II Coríntios 5.20



No artigo anterior O Cristão Como Embaixador de Cristo escrevi sobre o cristão como embaixador de Cristo. Sempre que se faz uma exposição positiva de uma função, logo aparece o contraponto. Como vimos o embaixador tem grande responsabilidade, é bem preparado e desenvolve com seriedade e profundo compromisso sua missão. Busquei traçar em poucas linhas um perfil básico de um embaixador. Agora, neste artigo, farei uma análise dos equívocos desta função, quando exercida de maneira irregular.

Um embaixador cristão não é um representante de si mesmo

Um verdadeiro bombardeio de filosofias, e conceitos seculares, invade nossas casas todos os dias. A televisão, e suas novelas melosas, os programas de auto-ajuda, as famílias sendo expostas em seus conflitos mais íntimos, o sucesso de um e o fracasso do outro, tudo isso entra em nossa casa pela tela da televisão.

Se olharmos para o outro lado,observaremos a música, com uma letra que raras vezes se deixa embriagar pela boa poesia, mas que, na maioria das vezes se contamina pela insensatez egocêntrica. Milhares de livros de auto-ajuda decoram as prateleiras das livrarias, e seus autores rodam o mundo divulgando suas fórmulas repetitivas.

O homem moderno descobre uma ausência de significado que aumenta a medida que se distancia mais e mais da proposta de Deus para ele.Este homem é o primeiro a buscar significado e realização em si mesmo. Romeiro comenta:

O desenvolvimento tecnológico das últimas décadas abriu largas avenidas para a pregação do Evangelho por meio da mídia, principalmente pelo rádio e pela televisão, dando assim acentuada visibilidade a um fenômeno muito antigo e nada recomendável: O culto à personalidade(ROMEIRO, 1995, p.51).

Este homem, adorador por natureza, substitui o objeto de sua adoração, trocando o criador pela criatura(Rm 1.18-32). Quando falamos daqueles que deveriam ser os representantes de Cristo, percebemos que mesmo eles engrossam as fileiras do culto a personalidade. Na liderança evangélica este pecado é possível e se torna mais evidente e triste, pois abusa de uma qualidade que lhes é inerente, na maioria das vezes, o carisma. Este fator é muito parecido com o fermento dos fariseus, que eram movidos pelo desejo de alcançar o prestígio espiritual (MACARTHUR,1997).

Este carisma a serviço do culto à personalidade é a grande armadilha em que muitos cristãos têm caído. No afã de alcançar o sucesso, de se firmar profissionalmente e de se auto-afirmar como pessoa, muitos têm se tornado embaixadores de si mesmos, e não de Cristo. Não é difícil encontrar cristãos recheados desta confusão de atributos; eles estão sempre procurando uma nova fórmula de bem-aventurança para ensinar, mas que não encontra em sua raiz a Palavra de Cristo e não caminha para a glória de Deus.

Um embaixador cristão não é alguém que escolheu ser embaixador

O apóstolo Paulo tinha uma consciência muito grande do chamado de Deus. Em várias cartas ele escreve sobre a vontade de Deus sobre seu apostolado. Cada cristão foi chamado para viver como um proclamador da mensagem de Cristo, não como apóstolo, mas como um missionário que leva a palavra de salvação, a pregação do reino de Deus.

Deus é soberano. Como ser eterno, seus propósitos, projetos e planos não estão à mercê de uma vontade humana. Como diz Paulo, Deus é o oleiro e tem o direito de fazer com o barro (o homem) o que bem lhe aprouver, independente do querer humano, da permissão ou vontade desta criatura (Rm 9). Se existe uma mensagem que precisa ser resgatada com muita urgência, é a mensagem da soberania de Deus. O pecado nos conduz a uma degeneração de valores e visão acerca de nós mesmos, do próximo e de Deus.Lloyd-Jones explica:

A história da Igreja, no per passar dos séculos, mostra com muita clareza que não há nada de estático na vida da Igreja. Há sempre um processo de mudança e de desenvolvimento, e infelizmente, como se dá com a natureza, o processo de degeneração. Este é, naturalmente, um dos maiores resultados do pecado e da Queda. O pecado introduziu um elemento de degeneração na vida do homem, e como resultado disso, na vida da criação; assim é que, mesmo na Igreja, essa tendência estaria presente. Já no Novo Testamento vemos heresia, falso ensino surgindo, sutis mudanças ocorrendo com relação ao que é realmente a verdade cristã. O apóstolo Paulo, em seu grande discurso aos presbíteros da igreja de Éfeso, registrado em Atos, capítulo 20, adverte-os de como se levantariam dentre eles próprios, homens que ensinariam falsas doutrinas. Lobos, por assim dizer, entrariam e feririam o rebanho de Deus. E, daí em diante, isso sempre teve continuidade na história da Igreja (LLOYD-JONES, 1993, p. 03-04).

Esta degeneração não pode conduzir o conceito de embaixador de Cristo a uma proposta abstrata. O embaixador de Cristo é um cristão chamado por Deus, para testemunhar dia-a-dia a presença transformadora de Jesus e a esperança do reino.

Um embaixador cristão não é alguém totalmente livre

Atualmente, o conceito de liberdade está estritamente ligado ao da irrelevância de Deus. Em nossa sociedade pós-moderna, qualquer tentativa de se descobrir o caráter de Deus, revelado na Escritura, é visto como um acinte à liberdade humana. Ocristianismo neste tempo de pós-modernidade é altamente relativo. Veith chama este momento de “o novo tribalismo”. Ele comenta:

Somos avisados de que vivemos numa sociedade pluralista, que trabalhamos numa economia global e que precisamos desenvolver uma percepção multicultural. Um efeito dessa percepção multicultural é a intensificação do relativismo. Se as diferentes culturas têm diferentes modos de pensar e de viver, quem dirá qual é o certo? Parece o cúmulo da arrogância dar a entender que nossa mentalidade ocidental é a unica certa e que todas as outras culturas estão erradas. Numa era pluralista, não existe aquele ponto de vista único com direito ao monopólio da verdade. Pensar diferente disso sujeita a pessoa a ser rotulada de etnocêntrica, de cega à diversidade do mundo, seja por ignorância ou intolerância. Como hoje é mais difícil desconsiderar a presença de outras culturas, para muitos o relativismo cultural torna-se inevitável (VEITH JR. 1999, p.137).

Este conflito entre a liberdade desejada e a liberdade concedida por Deus ao ser humano redunda em grandes perdas dentro da comunidade cristã. Não são poucos que abandonam a jornada evangélica por repudiarem a necessidade de submissão a Deus. Não são poucos os líderes que deixam de pregar sobre a necessidade do crente se submeter à vontade de Deus –pelo contrário, boa parte da mensagem divulgada hoje pela mídia sequer faz menção ao serviço e labor do cristão.

Com demasiada ênfase, o cristão é convencido e ensinado que ele possui a total liberdade. Subentende-se por liberdade fazer o que quiser, quando quiser e do jeito que quiser. Ora, se o cristão é o embaixador do rei, como poderia ele ter tamanha liberdade? Impossível!Com certa timidez o cristianismo, com medo de ser rotulado de radical, tem se calado. Veith confirma esta afirmação:

O cristianismo foi excomungado da cultura geral – sistematicamente excluído das escolas, do sistema intelectual e da mídia. O estabelecimento de escolas, editoras, grupos de artes, radiodifusoras, empresas, etc. poderá ser uma das grandes realizações da igreja do século XX. À medida que as pressões pós-modernistas se intensificam, ter instituições contrárias ao sistema vigente já estabelecidas poderá provar ser de valor incalculável para que os cristãos possa apresentar uma resistência eficaz (VEITH JR. 1999, p.204).

Portanto um embaixador não é alguém totalmente livre, pois a simples liberdade total já o desqualificaria como representante do reino de Cristo, pois se ele é representante de algo ou alguém deve se limitar a apresentar as propostas daquele que representa.

Esta contradição entre o discurso e a prática abala a credibilidade da igreja frente à população, que é o seu campo missionário. E boa parte da informação que as pessoas de fora da igreja têm é verdadeira e saiu da própria igreja.

Um embaixador cristão não é um ícone do sobrenatural

Nesta feira de vaidades que se tornou a liderança evangélica, a procura de um elemento sobrenatural que ratifique a posição de líder diante do povo é corriqueira. Mas o embaixador cristão não pode ser confundido como um ser com poderes sobrenaturais ou fantásticos. Milhares de pessoas não se vêem como representantes do reino de Cristo aqui na terra, mas apenas como passantes, itinerantes neste mundo pervertido e corrupto.

Para que a mensagem de Jesus alcance as pessoas com maior velocidade e impacto, muitos pregadores e crentes sem função específica na igreja iniciam uma busca frenética pelo sobrenatural, com características acentuadamente sensacionalistas.

O sobrenatural é também uma oportunidade para que pessoas carentes de aceitação experimentem certa popularidade quando, em nome do Espírito, iniciam práticas carismáticas e assim conseguem visibilidade.

O Dr. Martin Lloyd-Jones faz uma análise sobre a motivação de pessoas que desejam viver a vida cristã dentro desta proposta carismática. Ele conclui:

A natureza de um indivíduo, as suas ambições ou sua preferência por certos ofícios ou trabalhos específicos podem criar nele o desejo de tornar-se pregador; e tal homem persuade a si mesmo de que isso é a orientação do Espírito de Deus. Já vi isso acontecer por muitas vezes; e uma das tarefas mais dolorosas, com que se confronta um ministro, consiste em desencorajar a um homem que se avizinha dele com essa atitude (LLOYD-JONES, 1986, p. 78).

O embaixador não é uma pessoa que aparece. O bom embaixador é aquele que lança luz sobre o rosto de Jesus. Este embaixador não pode deixar aquela determinação de fazer Cristo conhecido, e fica bem evidente que boa parte dos milagres sobrenaturais que ocorrem até hoje são iscas poderosas para manipulação da fé.

Um embaixador cristão não é um burocrata da religião

O outro extremo da liderança que supervaloriza o sobrenatural é o formalismo frio que dogmatiza a adoração, limitando-a a um conjunto de regras que impede a liberdade e a espontaneidade da adoração.

A religião como instrumento de poder tem penetração em todas as áreas da sociedade, através de seus membros mais nobres. Pessoas de posição podem articular projetos de conquista em nome da fé. Esta manipulação tem se mostrado muito eficaz ao longo da história da igreja.

Assim o embaixador pode pecar por ser um burocrata da forma ou um burocrata da política. Em nenhum dos dois aspectos Cristo é bem representado, quando valores do evangelho do reino são negociados em prol de projetos pessoais e preferências litúrgicas que se tornam dogmas, onde o diferente é excluído pela canonização de certo modo da adoração.

Que nosso Deus nos conduza à moderação nesta grande obra que Ele nos chamou. A Deus toda glória!

Líderes não são maiores do que a graça!

Por Geremias do Couto

Ah, se todos nós, que somos considerados líderes, tirássemos as nossas máscaras e vivêssemos o discipulado em sua forma simples e bíblica. Ah, se abríssemos mão de certos caprichos, vaidades, presunção, arrogância, orgulho, farisaísmo, ostentação e viéssemos para a planície. Quanto ganhariamos! E a igreja também! Não generalizo, mas uso a linguagem da inclusão ao pensar que muitos de nós estamos de fato incorrendo nessa gravíssima falha. Sei que o desenvolvimento pessoal é parte do nosso crescimento. Mas considerar tudo o que conquistamos como esterco (tem lá o seu valor) é um dos princípios da vida cristã.


O que está em cena, aqui, não são as nossas conquistas em si mesmas, mas o pedestal, a glória humana, a fantasia, a hipocrisia, o aplauso e a consequente perda de referenciais. Achar que somos tudo, quando, na verdade, nada somos. Ou passar uma falsa humildade, que, no fundo, pretende que as pessoas olhem para nós e digam: "vocês são mesmo os tais!" Esse é o cerne. Quantas vezes pregamos e, ao final, nos sentimos frustrados, quando as pessoas não nos procuram para "elogiar" a nossa pregação! Quantas vezes chegamos de propósito atrasados ao culto para que a assistência nos olhe com admiração e, se não pode falar alto, pelo menos pense ou cochiche: "Está chegando o pregador!" Esse é o ponto.


Infelizmente, trazemos para a nossa realidade da fé um pouco (ou muito?) da herança católica que faz o povo olhar para os seus líderes como infalíveis. Estes, por sua vez, vestimos a farda com muita facilidade. A partir disso, passamos a ser os reis da cocada preta (sem racismo, por favor. Pode ser branca também!). Até na forma de andar, gesticular ou fazer alguns trejeitos, expomos a aura da infalibilidade que tanto massageia o nosso ego. Não conseguimos ser simples, e, se tentamos aparentar simplicidade, fazemos de maneira tão afetada que logo transparece a prepotência. Como neste conhecido bordão: "Fulano é tão humilde que tem orgulho da sua humildade".


Só que a casa cai. Não há arrogância que dure para sempre. De tempos em tempos, para a nossa tristeza (e também aprendizado), surge uma nova notícia, dando conta do fracasso de um líder, que muitos o tinham como o grande referencial e o tratavam, não com o respeito que todos merecem, mas com idolatrada veneração. Podemos chegar a este ponto, quando perdemos os nossos limites. Quando achamos que não temos de prestar contas a ninguém. Quando nos colocamos no pedestal acima dos "simples mortais". Quando não nos reconhecemos como o principal dos pecadores, à semelhança de Paulo. Quando deixamos de olhar as "nossas justiças como trapos da imundícia". Quando achamos que somos maiores do que a graça de Deus. Quando o pecado torna-se apenas um detalhe que não nos importa em nosso dia a dia. Quando, por confiar em nossa autossuficiência, não buscamos ajuda em nossos momentos de fragilidade.


Creio que Deus permite a exposição de alguns dentre nós, trazendo à tona todos os apetrechos escondidos no seu coração, para que o povo perca essa visão "divinizada" da liderança, e nós, que somos tidos em tal condição, possamos humildemente dizer como João Batista: "É necessário que ele cresça e que eu diminua", ou como Paulo: "Miserável homem que eu sou! quem me livrará do corpo desta morte?" Ao contemplarmos tais situações, por outro lado, nossa atitude deveria ser a de vestir-nos de sacos e assentar sobre as cinzas para chorar os nossos pecados pessoais e coletivos, orar pela restauração de quem está sendo tratado pelo Senhor e, com inteireza de coração, nos expormos aos braços amoráveis do Pai para deixar de ser sustentados pelas nossas próprias pernas.


Líderes são necessários na igreja desde os primeiros dias do Cristianismo. Atos dos Apóstolos descreve a sua existência. As epístolas tratam de forma clara o assunto. Mas não formam casta especial. Privilegiada. Com alguns galões que possam distingui-los dos demais crentes em sua relação com Deus. Não são pequenos deuses para ser glorificados pelos homens. São modelos, inclusive na fraqueza, para que possam pelo exemplo mostrar aos que lideram, no mesmo nível, que só pela graça - unicamente e apenas pela graça - sem qualquer outro privilégio, podem superar as falhas e buscar a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor. E aí todos saberão que ninguém é melhor do que ninguém ou ocupa lugar especial à direita ou a esquerda do trono de Deus.


Somos humanos, fracos, faliveis, necessitados, dependentes, incapazes em nós mesmos, para os quais o Senhor, que enfrentou todas as nossas fraquezas em sua humanidade, pode dizer: "A minha graça te basta".


Fonte: Geremias do Couto

Ministério Beréia

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Leia a Bíblia...

É certo que o benefício da leitura da Bíblia precisa chegar à alma através do entendimento. Deve haver conhecimento de Deus antes de poder haver amor a Deus; deve haver conhecimento das coisas divinas, conforme são reveladas, antes de podermos desfrutar delas.
Devemos procurar descobrir, dentro das limitações das nossas mentes finitas, o que Deus pretende ao dizer isso, e o que Ele pretende ao dizer aquilo; de outro modo, podemos chegar a beijar o Livro, sem termos amor ao conteúdo; e a reverenciar a letra, sem termos a verdadeira devoção ao Senhor que nos fala através dessas palavras.
Você nunca obterá consolo para a alma através daquilo que não entende, nem achará orientação para sua vida naquilo que você não compreende; nenhuma lição prática para o seu caráter pode advir daquilo que não é entendido por você.

C. H. Spurgeon

Bases do Cristianismo Verdadeiro...

Recebi por e-mail...Compartilhando...


Creio que muitos cristãos concordam comigo que a igreja evangélica brasileira passa por um tempo difícil, um tempo de crise, seja ela de identidade ou mesmo teológica. Não quero e nem vou me aprofundar neste estudo sobre o que são os devaneios de “nossa” liderança gospel, que tem gerado inúmeras feridas no corpo. Esta crise é fruto do descaso que muitos líderes e crentes tem dado ao que chamo de Tripé Básico do Cristianismo, que consiste em:
1) Crer – a fé em Deus, nossa crença no único Deus;

2) Ensinar – ensinar acerca de Deus; levar o conhecimento da Palavra de Deus e do Deus da Palavra;

3) Defender – fazer a séria apologética cristã, defendendo os princípios elementares desta fé.

Creio piamente que devemos nos atentar a este tripé. Creio que ele pode produzir maturidade na vida das pessoas. Não se trata de uma fórmula mágica importada de Bogotá, Toronto ou Pensacola. Não se trata de a mais nova revelação neopentecostal. É apenas a aplicação simples de princípios que a Bíblia Sagrada – e de modo especial o Novo Testamento – nos mostram. Nós do NAPEC – Núcleo Apologético de Pesquisas e Ensino Cristão, somos um ministério paraeclesiástico que busca alertar a igreja sobre a importância do ensino bíblico genuíno e sobre a defesa da fé cristã. Não nos conformamos em ver o Evangelho sendo diluído em falsos ensinos e correntes nefastas. Por isso lançamos este alerta.

Crer

Quão fantástico e glorioso é quando uma pessoa abandona uma vida de escravidão ao pecado, uma vida distante de Deus e se encontra, de modo verdadeiro com Jesus Cristo, entregando sua vida a Ele e tendo-O como seu único Senhor e Salvador! Pude presenciar inúmeros encontros assim e ver, à medida que o tempo passou, a transformação que a genuína conversão produz. Esta profunda mudança é o “nascer de novo” (Jo 3.3). Jesus ilustrou a magnitude do momento do arrependimento através da Parábola da Dracma Perdida. No arremate desta parábola, Ele diz que “há júbilo diante dos anjos de Deus por um pecador que se arrepende” (Lc 15.10). Há júbilo, há festa, há imensa alegria nos céus quando uma pessoa passa a crer em Deus.

“A Fé É Um Dom Divino Sobrenatural. O pecado e Satanás cegaram de tal maneira os homens caídos (Ef 4.18; 2Co 4.4) que estes não podem perceber que o testemunho que o Senhor Jesus e os apóstolos deram é a Palavra de Deus, nem podem ‘ver’ e compreender as realidades das quais ela fala (Jo 3.3; 1Co 2.14), nem ‘chegar’ até Cristo numa confiança de auto-renúncia (Jo 6.44,65), se o Espírito Santo não os iluminar (cf. 2Co 4.6).” [1]

Somente aqueles que foram iluminados pelo Espírito Santo e nasceram de novo podem receber este ‘ensino’, ‘atração’ e ‘unção’ divinos e chegar até Cristo e nEle confiar (Jo 6.44-45; 1Jo 2.20,27). Deus, portanto, é o autor de toda fé salvífica (Ef 2.8; Fp 1.29).

A parte triste é que muitos não querem fazer a sua parte. Poucos são aqueles que estão verdadeiramente dispostos a experimentar a maravilha de entender aquilo que crêem. Tais crentes se tornam ovelhas desnutridas, sujeitas aos ventos de doutrina (Ef 4.14). Relacionar os motivos de tamanho desleixo não é tarefa difícil. Posso citar ao menos três deles:

1. Lideranças despreocupadas: quando não existe, da parte do pastor o devido zelo pela sã doutrina, o rebanho será desnutrido, fraco e imaturo;

2. Experiências Pessoais: pessoas que levam suas experiências pessoais e “revelações” acima das Escrituras, criando verdadeiras anomalias espirituais e por muitas vezes doutrinas heréticas embasadas em tais experiências e sem o mínimo respaldo bíblico;

3. Preguiça: Crentes preguiçosos que preferem passar a vida comendo mingau não desejando alimento sólido. Muitos destes acabam se decepcionando por não se aprofundar em Deus e ao se decepcionar lançam a responsabilidade sobre terceiros.

Nenhum de nós chegou ao conhecimento de Deus e à salvação em Cristo através de mérito próprio. Nossa natureza é caída, rebelde e carnal. Nossos impulsos nos levam para longe de Deus. A salvação é um presente de Deus para nós – feito que provém de Deus unicamente (Ef 2.8). O “crer” leva o homem a ter que se posicionar de modo formal diante de Deus, respondendo o chamado que o Senhor faz. Trabalhei certa vez sobre este tema com uma turma de Escola Bíblica, demonstrando a salvação chegando ao carcereiro de Filipos (At 16.27-34). Esta passagem resume de modo maravilhoso a obra de redenção que leva o ser humano ao caminho da profunda fé salvífica (crer) no Senhor Jesus. Tal carcereiro clamou por salvação (At 16.30); ouviu a palavra e ensino de Paulo e Silas (At 16.31-32); agiu mostrando a mudança imediata que Deus operou ali (At 16.33); alegrou-se com sua família e com a comunhão com seus irmãos em Cristo (At. 16-34).

Enfim, crer é o estopim que produz profundas mudanças na vida daquele que foi redimido por Deus. Mas o crente não pode se contentar e se conformar em ficar no raso, ele deve ter a ciência que é indispensável estabelecer bases sólidas acerca do ensino (sobre a fé) e a defesa (apologia da fé). E como a igreja tem negligenciado os mandamentos do Senhor relacionados a estas importantes pernas deste tripé!

Este texto é apenas a introdução ao tema. Na próxima semana trataremos do tema “Ensino”. Mas para que você possa ir refletindo desde já, lanço algumas perguntas:

1) Como anda sua fé? Você tem dado o espaço para que o Espírito Santo encha sua vida da plena convicção?

2) A igreja que você freqüenta – sua congregação – tem dado o devido apoio ao ensino? Existe uma escola bíblica (realmente bíblica)? Você a freqüenta?

Toda honra e glória ao Senhor!

Notas

[1] PACKER, James I. in ELWELL, Walter A. Enciclopédia Histórico-Teológica da Igreja Cristã. Vol II. Edições Vida Nova. São Paulo, SP: 1990. p.154




João Rodrigo Weronka - NAPEC

Tropa de Elite 2...



Filmaço!! Digno de Oscar!!

Saí impactada do cinema, por saber que a "coisa" é verdadeira, que o "sistema" existe, e que, aqueles que são para proteger, ajudar, são também os que ajudam, que colaboram, para tornar a vida das pessoas honestas, em medo, em perigo...

Que o Senhor seja entronizado nos morros, nas favelas, na polícia, no governo..

Só Jesus...

Reflexão...



Às vezes, as correntes que nos impedem de sermos livres, são mais mentais que físicas.


"Deus não nos deu um espírito de medo, mas um espírito de força, de amor e de sabedoria"

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Bolo de iogurte natural II

Lembra daquele Bolo de iogurte natural?

Fiz a receita e acrescentei raspas de laranja, uva passa e frutas cristalizadas.
Ficou uma delícia!!

Invente, tente, faça um bolinho diferente..

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Pensamentos...

Desde ontem estou meditando nesses versículos:

Tende em vós aquele sentimento que houve também em Cristo Jesus,
o qual, subsistindo em forma de Deus, não considerou o ser igual a Deus coisa a que se devia aferrar,
mas esvaziou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, tornando-se semelhante aos homens;
e, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, tornando-se obediente até a morte, e morte de cruz.
Pelo que também Deus o exaltou soberanamente, e lhe deu o nome que é sobre todo nome;
para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho dos que estão nos céus, e na terra, e debaixo da terra,
e toda língua confesse que Jesus Cristo é Senhor, para glória de Deus Pai.

Filipenses 2:5-11 (Bíblia)



Vejo hoje que estamos tão longe de parecer com Cristo...
Ele, que sendo o próprio Deus, encarnado, sempre honrou o Pai, foi humilhado, oprimido, desprezado, tentado, MAS EM TUDO, foi obediente, não transgrediu, não pecou...
Dia desses fui num culto, e uma irmãzinha cantou um "louvor" se é que se pode chamar assim, cujo refrão dizia:
"eu não vou ser humilhado, não levo desaforo"... MISERICÓRDIA!!!!
Hoje, NÓS, que nos chamamos pelo nome do Senhor, não aceitamos desaforos, não engolimos sapos, achamos que não há mal algum desonrar, desobedecer, infringir... Afinal de contas, Deus é misericordioso, e nos entende...

Hoje as pessoas querem a exaltação, a honra, acham que Deus tem a obrigação de satisfazer todos os desejos, como se Ele fosse o gênio da lâmpada: venha 7 semanas que você será abençoado, use o pente "ungido", tome banho com o sabonete "santo", beba da água "num sei de onde", que você ficará curado, liberto, pise no caminho de sal, passe pela porta ungida, batize-se nas águas vindas diretamente do Rio Jordão... Não aceitam passar por crises, por dificuldades...parece até que na Bíblia deles não tem a passagem que o apóstolo Paulo diz que passou fome, foi preso...Aliás, os apóstolos de hoje são uma vergonha...só títulos, só honra...

Ele foi obediente! E o Pai o exaltou!! Aleluia!!

Porque temos tanta dificuldade em fazer o que é certo, que é simplesmente ouvir e obedecer... Só a Palavra de Deus basta, só ela é necessária para encontrarmos o caminho da vitória!!

Que possamos olhar mais para Jesus, que possamos imitá-lo em tudo, que possamos honrar ao nosso Pai, que possamos ser mais santos, que possamos deixar tanto "misticismo" , e ver que o Evangelho de Cristo é simples, não tem esses "enfeites" que insistem em colocar nos cultos, que os pastores busquem mais a face de Deus, e levem o povo a conhecer o Senhor, pois a nossa motivação para irmos à igreja, para estar no culto DEVE ser Jesus, e não os atrativos...que possamos buscar primeiro o Reino de Deus e sua justiça, que as demais coisas nos são acrescentadas, que possamos ser mais obedientes à Palavra de Deus!

Fiquem na paz!

domingo, 31 de outubro de 2010

Hoje é dia da Reforma Protestante!!

A Reforma



O mundo da Reforma era bastante agitado e muito parecido com o nosso mundo de hoje. As transformações aconteciam rapidamente. As pessoas dormiam achando que o mundo era quadrado e acordavam com a notícia de que o mundo era redondo. Elas acordavam achando que o sol girava em torno da terra e iam para a cama depois de ouvir que era a terra que girava em torno do sol. Elas imaginavam que viveriam a vida inteira trabalhando nos campos dos feudos e, de repente, viam-se trabalhando nas feiras das cidades. Quase que ininterruptamente, as pessoas começaram a ser bombardeadas pelas notícias das mudanças, que não mais vinham na velocidade galopante do cavalo, mas sim na velocidade estonteante das caravelas, como as de Cristovão Colombo e Pedro Álvares Cabral.



As tantas mudanças no mundo e na forma de interagir com o mundo deixaram as pessoas cambaleantes. De repente, elas já não mais sabiam o que era certo e o que era errado, o que era verdadeiro e o que era falso, o que era eterno e o que era temporário. Aquelas instituições que, durante tantos anos, traziam segurança e idéia de estabilidade, estavam em xeque. O ar da Europa do século XVI parecia carregado de mal-estar e de angústia. Havia um frio na barriga, uma sensação de vazio, um buraco no coração e na alma das pessoas. A vida com a qual estavam acostumadas, os princípios que usavam para sustentar as suas decisões, os nortes que pareciam tão seguros para apontar as direções corretas, tudo começou a desaparecer diante dos olhos das pessoas. A vila onde moravam, o bairro onde viviam, a região onde habitavam, o mundo que elas conheciam estava se tornando um lugar diferente; e pior, ninguém havia sido adequadamente preparado para enfrentar e lidar com essas tantas mudanças em tão pouco tempo.



Até mesmo a religião, que, como instituição, durante tanto tempo, havia se arvorado do poder de preencher o vazio do coração das pessoas, foi questionada. Algumas pessoas, de dentro da própria igreja, perceberam os abusos e as estranhezas (compra de bênçãos e barganhas com Deus) praticadas em nome de Deus. E em nome de Deus, cheias do temor divino no coração, essas mesmas pessoas começaram a pregar, a escrever e a criticar as esquisitices e explorações que percebiam na igreja. (No meio das tantas mudanças no mundo, essas pessoas ansiavam por uma mudança no coração, no seio da igreja e na sociedade.) Algumas dessas pessoas, como John Huss da região da Boêmia, foram chamadas de hereges e queimadas vivas. Outras viveram e morreram, mas tiveram, posteriormente, os seus ossos desenterrados e queimados, como Wycliff da Inglaterra.



No meio dessas mudanças no mundo e dessas guerras dentro da igreja, um homem, como tantos outros, angustiado e cheio de perguntas, procurava um porto seguro para a sua alma. O seu nome era Martinho Lutero. Ele havia tentado encontrar a sua paz e as suas respostas em diversos lugares. Primeiramente, ele se dedicou ao estudo do Direito e, depois de formar-se advogado, descobriu que não tinha encontrado as respostas que procurava. Então ele abandonou tudo, o Direito e a posição social, e se enclausurou em um Mosteiro Agostiniano. Anos depois, a sua alma continuava vazia e desesperada. A religião, com todos os seus esquemas e rituais, também não havia conseguido aquietar o desespero da sua alma. Nem mesmo as penitências, os muitos jejuns, orações e peregrinações conseguiram trazer-lhe a segurança que buscava e a paz que desejava.



No meio desse clima de mudanças constantes e de inseguranças extremas, de desespero e de incerteza de alma, Lutero, depois de anos na religião, leu a Bíblia pela primeira vez e teve o seu primeiro encontro com a Palavra de Deus! Aquilo que as instituições, as pessoas, os estudos, a religião e as penitências não haviam conseguido fazer, a Palavra de Deus fez! Pela primeira vez na vida, depois de tantos anos de busca, Lutero experimentou a doçura de Deus no seu coração. Ele reconheceu que Deus é gracioso e que Jesus é o Único que pode trazer a paz de Deus ao nosso coração. Ele descobriu que a sua confiança precisava ser depositada totalmente em Jesus e em nada mais. Não era o mundo e nem as pessoas, a religião e nem as instituições, a justiça do homem e nem os esforços humanos; mas somente Jesus é quem pode trazer segurança ao nosso pequeno barco existencial no meio do mar agitado da vida.



Lutero se tornou um ávido leitor das Escrituras! Ele não somente se dedicou a ler a Bíblia, mas sobretudo a estudar a Bíblia. Cada livro, cada texto, cada palavra, tudo na Palavra de Deus trazia doçura e paz ao coração de Martinho Lutero. O seu alvo não era conhecer apologeticamente as Escrituras, mas conhecer a Cristo e relacionar-se com o seu Salvador e Senhor. Ele não lia a Bíblia para preparar sermões ou para apresentar alguma defesa do Evangelho, mas para conhecer a Jesus e o poder da ressurreição.



O seu amor por Deus tornou-se intenso amor pelas pessoas. A sua entrega a Deus tornou-se entrega às pessoas da comunidade onde ele vivia. Por isso, ele começou a pregar, não mais os livros escritos pelos homens e nem as propostas apresentadas pela instituição chamada igreja, mas sim a Palavra de Deus. Quase diariamente, ele subia ao púlpito da igreja da sua cidade Wittemberg, Alemanha, para proclamar as verdades das Escrituras. Ele ansiava por compartilhar com os outros a Verdade que o havia libertado do medo e da ansiedade, das prisões e das cadeias, das mentiras e acusações das trevas, do pecado e da condenação.



Foi nesse contexto de encontro com Deus e de paz em Jesus, de amor ao Senhor e de entrega às pessoas, que Martinho Lutero foi usado pelo Senhor para iniciar um movimento de Reforma na Alemanha. Quando no dia 31 de outubro de 1517 ele pregou as suas 95 teses contra a cobrança das indulgências nas portas da Catedral de Wittemberg, o seu único desejo era o de compartilhar a Verdade que havia mudado a sua história e havia sido âncora para a sua alma. Ele queria tão somente mostrar para as pessoas que, no meio das tantas mudanças no mundo ao redor, existe Alguém que permanece amando e chamando as pessoas para ancorar-se Nele, que é fiel e não é levado pelas correntes do mundo ou pelas mudanças dos tempos.



Deus não nos ama mais ou ama menos segundo o tamanho da nossa contribuição para a igreja; Ele não nos ama mais ou ama menos segundo o tamanho dos nossos sacrifícios em nome dele; Ele não nos ama mais ou ama menos segundo a proporção do nosso envolvimento em algum trabalho social. Deus simplesmente nos ama com um amor que não muda e nem oscila ao sabor das mudanças que acontecem em nós e à nossa volta. A cruz do calvário é a maior prova desse amor eterno de Deus para conosco. Deus já provou o quanto nos ama! Jesus já se entregou e morreu por amor a nós na cruz do Calvário (Romanos 5.8)! O amor de Deus por nós é conseqüência direta do amor que Deus tem por Jesus Cristo. Somos amados por Deus por meio de Jesus Cristo que nos amou e se entregou por nós! Essa é a transformadora mensagem da Bíblia; essa é a doce mensagem do Evangelho.



Essa foi a mensagem que Lutero descobriu e continuou redescobrindo enquanto meditava diariamente nas Escrituras. Essa foi a mensagem que o impulsionou a escrever as suas 95 teses contra as indulgências. O amor de Deus derramado em seu coração e experienciado a partir da sua leitura e meditação das Escrituras foi a âncora que o sustentou quando foi pressionado a negar o que Deus lhe havia falado. Diante dos ventos fortes que batiam contra ele e das autoridades que ordenavam que ele se retratasse, Lutero proclamou: “Que se me convençam mediante testemunho das Escrituras e claros argumentos da razão - porque não acredito nem no Papa nem nos concílios já que está provado amiúde que estão errados, contradizendo-se a si mesmos - pelos textos da Sagrada Escritura que citei, estou submetido a minha consciência e unido à palavra de Deus. Por isto, não posso nem quero retratar-me de nada, porque fazer algo contra a consciência não é seguro nem saudável. Não posso fazer outra coisa, esta é a minha posição. Que Deus me ajude!”



E o Senhor Deus ajudou Martinho Lutero. Tentaram amedrontá-lo, excluí-lo, prendê-lo e matá-lo; jogaram pessoas e reinos contra ele, exércitos e instituições, acusações e maldições, mas o Senhor Deus o protegeu e o livrou de tudo e de todos. Lutero descansou no Senhor com a idade de 62 anos, vindo a falecer no dia 18 de fevereiro de 1546. E a sua descoberta da Bíblia e da pessoa de Jesus não ficaram guardadas só para ele. Ele deixou um legado. Não foi somente ele que experimentou a doçura de Jesus e a segurança em Jesus nos dias turbulentos de sua época, mas outras pessoas também puderam conhecer e se encontrar com Jesus a partir das Escrituras que foram traduzidas para a língua do povo e colocada nas mãos das pessoas. Se até então os alemães não podiam ler a Bíblia, depois de Lutero, que traduziu a Bíblia para o alemão, as pessoas começaram a ter acesso à Palavra de Deus, que tem poder para libertar e ancorar a alma em Porto Seguro. A volta à Bíblia e o amor pela Palavra de Deus iniciaram e levaram o acontecimento da Reforma, do amor e doçura de Jesus, para a Alemanha, Europa e o mundo!



Se olharmos para o nosso contexto atual, vamos perceber que vivemos dias parecidos com os dias da Reforma. Parece que o nosso mundo está dia após dia se dissolvendo debaixo dos nossos pés. As coisas têm se relativizado, as instituições começam a ser questionadas, o mundo parece estar vivendo uma era de transformação e de instabilidade. Temos medos, inseguranças e ansiedades. Todos esses sentimentos e sensações são como cheiros e aromas percebidos no ar de nossas cidades e nações. Nós e todos à nossa volta estão à procura de um Porto Seguro. Não existe outro lugar para onde voltarmos, senão para a Palavra de Deus. Não existe resposta ou segurança, senão em Jesus Cristo, o Verbo que se fez Carne, o Emanuel, o Deus conosco, o Deus que ama e nos chama para um relacionamento com Ele.



Que o Senhor nos ajude!



Gustavo Bessa

Blog da Ana Paula Valadão Bessa

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Halloween e a Bíblia..


INTRODUÇÃO:

No dia 31 de outubro muitas pessoas irão participar de festas de “Halloween”, popularmente chamado no Brasil, de “Dia das Bruxas”. Mas essa festa aparentemente inocente tem estreita ligação com práticas ocultistas, mesmo que muitos não percebam isso.

Sua origem data de tempos antigos, quando os druidas (magos de origem celta) realizavam cerimônias de adoração ao “deus da morte” ou ao “senhor da morte” em 31 de outubro. Isso acontecia na cerimônia “Samhain” durante o festival de inverno, na qual eram oferecidos sacrifícios humanos. Essa prática ancestral foi sofrendo alterações com o passar do tempo.

O calendário da bruxaria resume-se no relacionamento da “Grande Deusa” (representada pela Lua e que nunca morre) com seu filho, o “Deus Chifrudo” (representado pelo Sol e que a cada ano nasce no dia 22 de dezembro e morre no dia 31 de outubro).

Na roda do ano wicca (bruxaria moderna), o dia 31 de outubro é o grande sabá (festa) de Souen. Nessa época tudo já floresceu e está perecendo ou adormecendo (no Hemisfério Norte): “O sol se debilita e o deus está à morte. Oportunamente, chega o ano novo da wicca, corporificando a fé de que toda morte traz o renascimento através da deusa.”

O que é (Souen)? É uma palavra de origem celta para designar “O Senhor da Morte”. Os celtas dedicavam esse último dia de outubro para celebrar a “Festa dos Mortos”.

Nos Estados Unidos essa festa é muito comum e tem forte apelo comercial, sendo também tema de vários filmes de horror. A imagem de crianças vestidas com fantasias “engraçadinhas” de bruxas, fantasmas e duendes, pedindo por doces e dizendo “gostosuras ou travessuras”. Há algum tempo, o Brasil tem se deixado influenciar por muitos aspectos que não fazem parte de sua cultura e tem celebrado essa festa em escolas, clubes e até em shopping centers.

1) O HALLOWEEN, E AS PRÁTICAS OCULTISTAS MODERNAS.
Mesmo que hoje em dia Halloween seja comemorado de uma maneira inocente por muitos jovens, ele é levado a sério pela maioria das bruxas, membros do movimentos neo-pagãos e ocultistas em geral.

No Halloween se cria (e ainda á assim em certos lugares) que seguir um ritual em particular pode fazer com que a imagem do seu futuro cônjuge apareça atrás de você: “Muitas crenças surgiram sobre como invocar a imagem do futuro esposo ou esposa de alguém. As garotas criam que caso alguém ficasse diante do espelho, comendo uma maçã, à meia-noite, a imagem de seu futuro esposo apareceria de repente diante dela. Se nenhuma imagem aparecesse, isso significava que a garota ficaria solteirona”.

No sul dos Estados Unidos há um costume baseado na crença dos druidas de que o desespero de uma vítima de sacrifício humano podia revelar previsões para o futuro. “Punha-se fogo numa tigela com álcool, e atirava-se no fogo ‘oferendas’ tais como figos, cascas de laranja, passas, castanhas e tâmaras envoltas em papel alumínio. A garota que tirasse a melhor das oferendas do meio do fogo iria conhecer seu futuro esposo dentro de um ano”.

Na bruxaria moderna o Halloween também é considerado uma noite especial. Um livro conhecido sobre o movimento neo-pagão relata o seguinte sobre esses dias importantes de celebração da bruxaria.
Muitos grupos satânicos também consideram o Halloween uma noite especial, em parte porque ele “tornou-se o único dia do ano em que se acredita que o diabo possa ser invocado para revelar os futuros casamentos, problemas de saúde, morte, colheitas e o que acontecerá no próximo ano”.

Na verdade a bruxaria e o satanismo têm certas semelhanças. Mesmo que sejam coisas distintas, e mesmo que se dê legitimidade às declarações do movimento neo-pagão que desdenha o satanismo, devemos lembrar o claro ensino bíblico de que o diabo é a fonte de poder por trás da bruxaria e de todas as formas de ocultismo.

Além disso tudo, o costume de pedir balas e doces fantasiados de bruxas, vampiros, fantasmas, etc., que é comum nessa festa, está relacionado com os espíritos dos mortos na tradição pagã e até católica. Por exemplo, para os antigos druidas “os espíritos que se acreditava andarem de casa em casa eram recepcionados com uma mesa farta para um banquete. No final da refeição, os habitantes da cidade fantasiados e com máscaras representando as almas dos mortos iam em procissão até os limites da cidade para guiar os fantasmas para fora”.

2) PRINCÍPIOS BÍBLICOS QUE DEVEM SER USADOS PARA COMBATER ESTA HERESIA.
As Escrituras nos dizem que o homem espiritual julga todas as coisas e que no futuro irá também julgar os anjos. Então somos competentes o suficiente para julgar assuntos triviais agora (1Co 2.15; 6.3). Se julgarmos todas as coisas e retermos o que é bom, abstendo-nos de toda forma de mal, estaremos cumprindo com nossa obrigação (1Ts 5.21,22). Então vamos examinar esse assunto para chegarmos a uma posição bíblica sobre o Halloween.

Se na celebração de Halloween existem atividades envolvendo práticas genuinamente ocultistas, as Escrituras são claras em afirmar que devem ser evitadas. Tanto o Antigo como o Novo Testamento fazem referência às práticas de bruxaria, encantamentos, espiritismo, contatos com os mortos, adivinhações e assim por diante – e todas essas coisas estão potencialmente ligadas ao Halloween.

LEVÍTICO 19.31 “Não vos voltareis para os necromantes, nem para os adivinhos; não os procureis para serdes contaminados por eles. Eu sou o SENHOR, vosso Deus”

DEUTERONÔMIO 18.10,11,14 “Não se achará entre ti quem faça passar pelo fogo o seu filho ou a sua filha, nem adivinhador, nem prognosticador, nem agoureiro, nem feiticeiro; nem encantador, nem necromante, nem mágico, nem quem consulte os mortos; … porque estas nações que hás de possuir ouvem os prognosticadores e os adivinhadores; porém a ti o SENHOR, teu Deus, não permitiu tal coisa”

2º CRONICAS 33.6 “[Rei Manassés de Judá] queimou seus filhos como oferta no vale do filho de Hinom, adivinhava pelas nuvens, era agoureiro, praticava feitiçarias, tratava com necromantes e feiticeiros e prosseguiu em fazer o que era mau perante o SENHOR, para o provocar à ira”

3) PRINCIPAIS SÍMBOLOS
“The Jack O’Lantern” (A Lanterna de Jack)
Esse é o nome daquela abóbora (jerimum, no Norte e Nordeste) esculpida com uma face demoníaca e iluminada por dentro.
Conta-se uma história de que Jack era um irlandês, todo errado, que gostava de aprontar com todo mundo e chegou a enganar até o próprio Satanás. Quando Jack morreu, não foi permitida sua entrada no céu, nem no inferno. Satanás jogou para ele uma vela para iluminar seu caminho pela terra. Jack acendeu a vela e a colocou dentro de um nabo, fazendo uma lanterna para si.
Quando os irlandeses chegaram aos Estados Unidos, encontram uma carência de nabos e uma abundância de abóboras. Para manter a tradição durante o Halloween, passaram a utilizar abóboras no lugar de nabos.
“Apple-ducking [bobbing for apples]” (maçãs boiando)

Esse é o nome de um ritual que foi incorporado às celebrações de Halloween depois que os celtas foram dominados pelos romanos. É uma homenagem a Pomona, a deusa dos frutos e das árvores, que era louvada na época da colheita (novembro). Os antigos geralmente a desenhavam sentada em uma cesta com frutos e flores. A maçã era uma fruta sagrada para a deusa.
Maçãs ficavam boiando em um barril com água, enquanto as pessoas mergulhavam seu rosto nela tentando segurá-las com os dentes. Depois faziam adivinhações sobre o futuro, com base no formato da mordida.
“Trick or Treat” (Travessura ou Trato)

Alguém relatou: Dos 15 aos 19 anos de idade vivi nos estados de Indiana e do Tennessee vendo a mesma cena se repetir várias vezes na noite de 31 de outubro. Crianças da vizinhança, fantasiadas de vários monstros, batiam à porta e, ao abrirmos, elas nos indagavam: – “Trick or Treat?”.

Se respondêssemos ”trick!”, elas iniciavam uma série de travessuras como sujar a grama em frente da casa com papéis e lixo, jogar ovos no terraço, além de saírem gritando ofensas ingênuas. Respondendo “treat!”, nós lhes dávamos alguns confeitos e elas saíam contentes e felizes em direção à próxima casa.

O que não sabíamos naquela ocasião, mas sei agora, é que aquelas criancinhas simbolizavam os espíritos dos mortos que supostamente vagueavam naquela noite procurando realizar maldades (travessuras) ou em busca de bom acolhimento (bons tratos). Os celtas deixavam comidas do lado de fora das casas para agradar os espíritos que passavam. Ao recebermos aquelas criancinhas ingênuas nas nossas casas, estávamos simbolicamente realizando negociatas com principados e potestades do mundo tenebroso, da mesma forma que os celtas faziam na Antigüidade.

CONCLUSÃO:
ISAIAS 8.19-20 “QUANDO DISSEREM A VOCÊS: “PROCUREM UM MÉDIUM OU ALGUÉM QUE CONSULTE OS ESPÍRITOS E MURMURE ENCANTAMENTOS, POIS TODOS RECORREM A SEUS DEUSES E AOS MORTOS EM FAVOR DO VIVOS”,

RESPONDAM: “À LEI E AOS MANDAMENTOS!” SE ELES NÃO FALAREM CONFORME ESTA PALAVRA, VOCÊS JAMAIS VERÃO A LUZ!”
ESTAMOS VIVENDO TEMPOS DIFÍCEIS E QUE SATANÁS, SE TRANSFORMA EM ANJO DE LUZ, PARA SEDUZIR A TODOS, ESPECIALMENTE OS CRISTÃOS. FIQUEMOS FIRMADOS NA PALAVRA E NÃO CEDAMOS A QUALQUER TIPO DE PERVERSÃO COLETIVA, QUE EM NOME DE QUE TUDO NÃO PASSA DE UMA BRINCADEIRA, ESTÃO SEDUZINDO OS NOSSOS FILHOS, ATRAVÉS DE MENTES DEMONIZADAS.


Por Pr Silvio Hirota

Halloween à luz da Bíblia...

A FESTAS DAS BRUXAS

As festas de Halloween estarão sendo realizada em várias escolas de inglês e porque não dizer em muitas escolas seculares? Mas, será que podemos participar dessa festa? Qual a sua origem? Um cristão deve participar desta festa? O que é comemorado neste dia? Bem, a partir de agora você vai conhecer o que é Halloween.

BRUXARIA NÃO É FANTASIA?

O que temos que entender é que bruxaria não é fantasia. A bruxaria é real a ponto de ter uma parte do comércio voltado para ela. Os bruxos (as) e druidas possuem até mesmo uma opinião de que bruxaria é uma religião. O livro Wicca-Crenças e Práticas, Grary Cantrell, Madras Editora, traz a seguinte definição: "Nossa religião (bruxaria-Wicca), é legalmente reconhecida e está sob proteção da Primeira Emenda da Constituição dos Estados Unidos e, nosso isolamento do resto da comunidade religiosa deve e precisa terminar." Outro depoimento desse sacerdote (bruxo), que está na pág. 17 (do mesmo livro) relata que "o nosso oficio está crescendo e se diversificando em alta velocidade fenomenal". A nossa opinião é a mesma que a deles em relação a religiosidade que envolve a bruxaria. O envolvimento com esta religião, mesmo que seja por pouco tempo, pode acarretar problemas de grandes proporções como, envolvendo seu filho tão intensamente a ponto de despertar o interesse de ser um pagão e após isso vir a rejeitar Jesus Cristo como seu único salvador, não aceitar mais a Deus como soberano sobre sua vida, rejeitar o batismo e querer ser adorador de vários deuses.

Isto já se tornou tema de reportagens de revistas, meninos (as) têm se despertado para a ioga, religiões orientais, por meio de um livro ou até mesmo depois de participar de algumas festinhas voltadas para o assunto. Isso é o suficiente para acender a curiosidade dos pequenos. A revista Bons Fluidos trouxe uma reportagem de crianças que se envolveram com outras religiões. Veja esta parte da matéria: "No quarto de brinquedos de Pedro de Queiroz Ávila, 6 anos, bolas, carrinhos, dinossauros e cobras de borracha convivem com um pequeno altar ecumênico. Arrumadas em um canto do cômodo, imagens de divindades indianas, de Buda e de Nossa Senhora despertam a atenção de quem entra ali pela primeira vez e é o objeto de maior interesse do menino durante uma conversa. "Gosto de todos os deuses, mas meu preferido é Brahma, ele tem quatro cabeças e é o mais poderoso do Universo", conta com desenvoltura. "Também acho legais Shiva e Vishnu, que, junto com Brahma, comandam tudo", continua. De modo simples e autêntico, Pedro demonstra que entende um pouco de uma cultura muito distante da sua. Seus três deuses favoritos formam a trindade sagrada que, para o hinduísmo, controla o mundo".

O interesse de Pedro, aluno da Escola Viva, de São Paulo, surgiu na escola. "Uma dia, a gente escutou algumas histórias de deuses. Depois, sentamos e ficamos repetindo om, om, om, que é um mantra", explica. A fotógrafa Mari Queiroz, mãe de Pedro, conta que ele se interessou também por mitologia grega. "Para satisfazer a curiosidade dele, passei a pesquisar na internet e a conversar com amigos", lembra. Eles foram juntos assistir à peça infantil As Jóias de Krishna.

"Gostei. Lá, aprendi por que Ganesha, deus da sabedoria, tem cara de elefante. Acho legal que nenhum deus seja só bonzinho. Eles lutam e fazem as pazes", diz Pedro". Outro relato que esta matéria traz é de um garoto que se envolveu com bruxaria: "Sentado no alto de uma árvore, Antônio Canto Porto de Moraes, 9 anos, tenta recitar um dos feitiços que aprendeu em seu ultramanuseado exemplar de O Livro Secreto dos Bruxos, de Janice Eaton Kilby, Deborah Morgenthal e Terry Taylor, (Ed. Melhoramentos), leitura de cabeceira diária e obrigatória.

"Realizar uma magia: esse é meu maior sonho. Se um dia eu conseguir, serei a criatura mais feliz do planeta", confessa o menino". Fã de Harry Potter - o garoto mago da série homônima criada pela inglesa J. K. Rowling -, Antônio diz que troca qualquer jogo de futebol por uma sessão de bruxaria entre amigos. "Bruxaria do bem, tá? Não gosto de violência nem de coisas negativas", faz questão de esclarecer. No último Natal, pediu de presente uma tenda roxa com estrelas bordadas porque queria um lugar especial para fazer rituais. "Não ganhei, mas tenho fantasia de mago, coleção de duendes e gnomos e minha mãe já disse que, quando eu crescer, vou estudar em uma escola de bruxos", conta. Manuela, a mãe, concorda. "Se encontrarmos um lugar bacana, por que não? Respeito a sensibilidade dele, que sempre teve inclinação para esses assuntos. Estimulo sua vontade de aprender e procuro fornecer leituras adequadas à sua idade", afirma Manuela, que é católica."

O que queremos mostrar é que o seu filho pode se influenciar com HALLOWEEN. Mas, o que é Halloween?

ORIGEM DO HALLOWEEN

Há oito dias de cerimônias para as bruxas - quatro maiores e quatro menores - chamados de Sabás. Não podemos esquecer que a Wicca é uma religião que tem a sua base de adoração na natureza crendo que ela os conduz. Podemos dizer que é a busca da Eco religião. Então, dá para entender que este dia não é como outro qualquer, ele faz parte de um dia sagrado para as bruxas do mundo todo. Para se ter uma idéia ele esta incluído nos principais Sabás, que são: IMBOLC, BELTAIN, LUGHNASADH e SAMHAIM (este último é o dia de Halloween). Samhaim é o dia das bruxas festejado no dia 31 de outubro, é o festival que introduz a estação das trevas, o último dia para se recolher qualquer colheita. De acordo com a história este dia originou-se nos antigos festivais de outono dos Celtas, que eram ligados à feitiçaria e à magia. Nesse dia, acredita-se que o portal que separa os mortos dos vivos se abre e os mortos passam a ter contato com os vivos, ou seja, o dia em que os mortos voltam. No livro dedicado a Wicca de Gary Contrell, Wicca-Crenças e Práticas, na pagina 95, o autor faz o seguinte relato referente a Halloween: "O Sabá do Samhaim celebra o ciclo eterno da reencarnação e marca o início do inverno céltico. O velho Deus morre nesta noite para renascer no Yule, dando continuação à Roda da Vida do Ano".

Um destaque que Garry Contrell dá em seguida é: "Se o ritual for adequadamente feito, geralmente se percebe a presença de amigos invisíveis."

Dentro dos rituais feitos nestes dias, frutas como maças, melões, abóboras, além de cereais ou nozes de outono são decorações típicas do Samhaim. Por mais que se pareça uma brincadeira o dia das bruxas tem uma relação religiosa, ou você acha que ter um contato com mortos ou estar querendo entrar em contato com eles seja uma brincadeira? Para se ter a idéia dentro deste ritual há processos a serem feitos como: purificar a área ou o círculo, invocar os quadrantes (vento, terra, água e fogo)e o Senhor e a Senhora (deuses) com orações de evocações. Uma das orações é esta: "Senhor da Vida e Senhor da Morte, nós te damos as boas vindas e também nos despedimos de ti nesta noite. Nós te apressamos para atravessar os portões da morte a fim de que retornes para abençoar-nos com tua força, amor e orientação. Bendito sejas, querido Senhor. Bendito sejas". Após esta oração a sacerdotisa ora para a deusa mãe: "Mãe de todos nós, fica conosco esta noite. Abençoa-nos com a tua força, amor e orientação enquanto nosso Senhor entra na escuridão da morte. Fica com teus filhos, mãe guia-nos e consola-nos. Amém." - extraído do livro Wicca Crenças e Práticas, pág. 96). Infelizmente não dá para mencionar todos os rituais feitos neste dia, mas existem orações feitas para que a morte possa ser recebida com todo o coração etc.

Para os druidas, 31 de outubro era o dia em que Samhaim vinha com os mortos e para que as lavouras não fossem atormentadas pelos espíritos, era necessário deixar uma oferenda, muitos colocavam fogueiras no canto de suas fazendas para afugentar os maus espíritos e aplacar poderes sobrenaturais que controlavam os processos da natureza. O Halloween foi introduzido nos Estados Unidos pelos Irlandeses. Não há nenhuma fantasia em Halloween, é um dos dias de rituais na religião Wicca. Para as bruxas este dia é o último dia do ano.

SIMBOLISMO DO HALLOWEEN

Tudo neste dia tem uma simbologia, porém, as escolas seculares que fazem estas festas não sabem, mas espero que a partir desta matéria você possa mostrar ao seu professor ou à diretora da escola de seu filho. Tenho certeza que muitas professoras, diretoras ou aqueles que promovem esta festa, não sabem o que estão fazendo. As práticas relacionadas ao Halloween identificam-se facilmente com o ocultismo. Vamos ver algumas delas:

ABOBORA COM ROSTO - Esta vem de uma lenda que um homem notório chamado Jack, morreu e foi-lhe negado a entrada tanto no céu como no inferno. Condenado a viver perambulando pela terra como uma alma penada, ele colocou uma brasa brilhante num grande nabo oco, para iluminar o seu caminho à noite. Este talismã virou abóbora que simboliza Jack.

VELAS - Interessante que neste dia é usada muitas velas marrons e alaranjadas e você pode imaginar que isto não tem nada a ver com nada. Em um dos rituais feitos pelas bruxas neste dia, as cores de velas usadas são MARRONS e LARANJAS. Coincidência?

USO DO PENTAGRAMA - O pentagrama tem sido usado como amuleto por muitos, mas ele é um símbolo básico da feitiçaria. É o ponto central do trabalho de encantamento e geralmente é colocado sobre ou na frente do altar.

PESCAR MAÇÃS EM UM TONEL - Esta antiga prática veio de adivinhar o futuro. O participante que obtinha sucesso poderia contar com a ajuda dos espíritos para a realização amorosa com a pessoa amada.

PEDIR DOCES - Esse costume veio da tradição Irlandesa, quando um homem conduzia uma procissão para angariar contribuições dos agricultores, afim de que suas colheitas não fossem amaldiçoadas por demônios. Um paralelo que podemos fazer é que as crianças representam os demônios, porque elas saem pedindo doces e uma frase é dita: "Doces ou travessuras?". O que acontece se elas não conseguem os doces? Elas fazem as travessuras. Se você pensar um pouco, o agricultor pedia alguma coisa para dar de oferta aos demônios.
GATO PRETO - Os gatos eram objeto de adoração e estavam presentes nessa festividade.
Acreditavam-se que após um período de silêncio com a busca da meditação, o próprio diabo aparecia na forma de um gato preto.

DEPOIMENTOS DE BRUXAS VERDADEIRAS

Um dos livros que tenho em minha biblioteca particular é o livro Satanismo, de Bob Larson, Editora Vida. Em um dos capítulos ele, que possui um programa de rádio nos EUA, chamado "Fale e escute com Bob Larson", onde é levantado um tema e o ouvinte fala e escuta também. Dentro de um dos programas com o tema bruxaria, Bob recebeu várias ligações de garotas envolvidas realmente com bruxaria e quero deixar alguns depoimentos aqui.

Gracinda - Era uma bruxa de terceira geração cujo objetivo na vida real era destruir os evangélicos. Diferentemente de muitas bruxas adolescentes que retiram a idéia de bruxaria de um anúncio de tablóides. Gracinda tinha sido treinada para seguir esta tradição. Ela diz: "Tenho uma sobrinha de onze anos que tentou o suicídio". Ela ainda em seu depoimento afirmou o seu desejo de deixar para trás o mundo da bruxaria. "Fui obrigada a dar em sacrifício a Satanás, minha primeira filha quando ela estava com seis meses de idade. Agora tenho um filho de nove meses e não quero que ele siga minhas pegadas".

Salina - Salina era uma bruxa sacerdotisa que havia participado de sacrifícios de animais e de seres humanos. "Sou médium e tenho estado envolvida em necromancia e demonologia. Ajuda-me Bob", clamou ela. Bob Larson pergunta: "Você participou de cerimônias durante as quais você vendeu a sua alma"? Salina respondeu: "Sim, derramando o meu próprio sangue. Na palma de minha mão gravei um pentagrama com uma lua crescente e uma estrela", explicou ela. "Por favor, advirta aos seus ouvintes de que eles não podem negociar com o diabo".

- Você quer sair da bruxaria?, pergunta Bob Larson.

- Sim, mas tenho medo porque seria morta. Tenho visto e ouvido demais.

Jay - Jay disse o seguinte: "Tenho sido ateu a vida toda, mas há três anos associei-me a um grupo de bruxos apenas por diversão".

Observe: Os depoimentos de Salina, Jay e Gracinda estão no livro Satanismo - A sedução da Juventude Norte-Americana, Bob Larson, Editora Vida, páginas 187-188.

HALLOWEEN A LUZ DA PALAVRA DE DEUS

Infelizmente o espaço é curto para muitas informações que poderíamos dar aqui, contudo quero levar você à luz da Palavra de Deus. Pessoas que participam dessas festas têm que se conscientizar que o Halloween traz à tona práticas pagãs. Nela encontramos a associação à comunicação com os mortos, dogma espírita que ensina que o morto pode dar um aviso, mensagem ou coisa parecida para os vivos. Então, você precisa entender que esta prática não condiz com o que as Sagradas Escrituras dizem, de que não há possibilidade de alguém que está morto entrar em contato com o mundo dos vivos.

§ "Pois aos homens esta ordenado viver e morrer uma só vez, depois disso juízo". (Hb 9v.27) § "Quando pois, vos disserem:Consultai os que tem espíritos familiares e aos adivinhos, que chilreiam e murmuram: Porventura não consultará o povo o seu Deus? A favor dos vivos, consultará aos mortos? Á lei e ao testemunho! Se eles não falarem segundo esta palavra, é porque não há luz neles". (Is 8v.19-20)

O que não podemos deixar de dizer é que os que apóiam ou participam desta festa estão fazendo parte da mesa dos espíritos malignos e demônios, porque coadunam com o mesmo objetivo e propósito da festa.

§ "Vede a Israel segundo a carne; os que comem os sacrifícios não são porventura participantes do altar? Mas que digo? Que o ídolo é alguma coisa? Ou que o sacrificado ao ídolo é alguma coisa? Antes digo estas coisas que os gentios sacrificam, as sacrificam aos demônios, e não a Deus. E não quero que sejas participantes com os demônios. Ou irritemos o Senhor? Somos nós mais fortes do que ele?" (1ª Co 10v.18-22)

Se participamos dessa festa estamos sendo cúmplices da mesma, a pessoa tem que ter a sã consciência que está envolvida com este ritual. E os professores cristãos que são obrigados a participar? Como fazer, participar ou não? Devemos compreender que não é fácil estar na pele deles, mas não posso invalidar a palavra de Deus para qualquer área da minha vida porque um dos mandamentos de Jesus é "AMAR A DEUS SOBRE TODAS AS COISAS". Mesmo que meu emprego esteja em jogo, devo primeiro olhar para o envolvimento espiritual que estamos oferecendo às crianças ou que estamos sendo envolvidos.

Você não é o primeiro a estar em situações difíceis, os apóstolos e muitos cristãos preferiram perder a vida a se dobrar diante de ídolos. Além disto, a Constituição Brasileira nos assegura o direito da pratica de fé: "É INVIOLÁVEL A LIBERDADE DE CRENÇA, SENDO ASSEGURADO O LIVRE EXERCICIO DOS CULTOS RELIGIOSOS E GARANTIDA, NA FORMA DE LEI, A PROTEÇÃO AOS LOCAIS DE CULTOS E AS SUAS LITURGIAS -(ART.VI-Capitulo I - Titulo II)".

O que podemos dizer é que Pedro escreveu: "Mas também, se padecerdes por amor da justiça, sois bem-aventurados. E não temais com medo deles, nem vos turbeis; antes santificai ao Senhor Deus em vossos corações, e estai sempre preparados para responder com mansidão e temor a qualquer que vos pedir à razão da esperança que há em vós, tendo uma boa consciência, para que naquilo em que falam de vós, como de malfeitores, fiquem confundidos os que blasfemam do vosso bom porte em Cristo. Porque melhor padeceis fazendo bem (se a vontade de Deus assim o quer), do que fazendo mal. (1ª Pe 3 13 -17)

Este texto responde essa questão. E difícil tomar decisões assim, mas que o Senhor possa dar força para esta atitude. Infelizmente existem pessoas que não querem saber, eles participam do Halloween como se fosse uma festa de aniversário. É claro que os Satanistas já adotaram este dia como o dia do nascimento de Satanás. Acredito que depois destas informações você não vai querer ver seu filho participando de festa desse tipo e você professor(a) fique no seu livre arbítrio.

Em nossos dias, o crescimento da apostasia em grupos religiosos ligados à bruxaria e satanismo é visível. A Bíblia alerta a este respeito que pessoas têm vivido como acham que devem ser. "Mas o Espírito expressamente diz: que nos últimos tempos, apostatarão alguns da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores e a doutrina de demônios. (I Tm 4v.1) Lembre-se de que "a nossa luta não é contra carne, mas contra potestades, principados e príncipes das trevas, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais". EFESIOS 6 V.12.

Autor: Pr. Alexandre Farias Torres (debatesbiblicos@bol.com.br)


Extraído do Jesus Site

Alimente-se da Palavra!! Só ela é necessária!!

Uma Mulher comprou um papagaio, levou – o para casa, e depois o devolveu á loja de animais no dia seguinte. “Este pássaro não fala”, disse ela ao proprietário.

“Ele tem um espelho?” perguntou o dono da loja. “Papagaios adoram espelhos. Eles se vêem e começam conversar”.

Então a mulher comprou o espelho. No dia seguinte, ela voltou. O pássaro ainda não estava falando. “Que tal uma escada? Papagaios adoram subir e descer escadas. Um papagaio feliz tem mais probabilidade de falar”

A mulher comprou uma escada. Mas é lógico que, no dia seguinte, lá estava ela de volta; o pássaro continua mudo. “O seu papagaio tem um balanço?” Se não tem, o problema esta ai. Com um balanço, ele vai relaxar e desatar a falar sem parar “. Embora relutante , a mulher comprou um balanço e saiu . Quando ela entrou na loja no dia seguinte , sua expressão havia mudado. “ O papagaio morreu”, disse ela.
O dono da loja ficou chocado. “ Sinto muito. Diga-me, ele chegou a falar alguma coisa? “Perguntou ele”.” Sim, logo antes de morrer”, respondeu a mulher . “ Ele disse ; Eles não vendem nenhuma comida nessa loja de animais ?”

A moral desta historia é: Você pode desperdiçar sua vida com espelhos , concentrando-se na aparência ; com escadas, concentrando-se no sucesso na carreira ; com balanços , concentrando-se em diversão – e morrer de fome espiritualmente.
Madre Teresa disse que os casos mais difíceis com os quais ela lidou em Calcutá foram aqueles que haviam perdido totalmente o apetite , ou que estavam tão fracos que não conseguiam se alimentar ou digerir os alimentos.
Se não se alimentar da palavra de Deus todos os dias , você morrera espiritualmente !

Achando-se as tuas palavras, logo as comi, e a tua palavra foi para mim o gozo e alegria do meu coração; porque pelo teu nome me chamo, ó SENHOR, Deus dos Exércitos.

Jeremias 15:16 (Bíblia)

terça-feira, 26 de outubro de 2010

REAVIVAMENTO - Obra Soberana de Deus

Reavivamento é uma obra soberana de Deus. A igreja não produz reavivamento; ela o busca e prepara seu caminho. A igreja não agenda reavivamento; ela ora por ele e aguarda sua chegada. Reavivamento não é estilo de culto, nem apenas presença de dons espirituais ou manifestações de milagres. O Salmo 85 trata desse momentoso assunto de forma esclarecedora. O salmista pergunta: “Porventura, não tornará a vivificar-nos, para que em ti se regozije o teu povo?” (Salmos 85.6). Dr. Augustus Nicodemus, em recente mensagem pregada em nossa igreja, ofereceu-nos quatro reflexões acerca do versículo em epígrafe.


1. Reavivamento é uma obra de Deus na vida do seu povo. Reavivamento não acontece no mundo, mas na igreja. É uma intervenção incomum de Deus na vida do seu povo, trazendo arrependimento de pecado, volta à Palavra, sede de santidade, adoração fervorosa e vida abundante. Reavivamento começa na igreja e transborda para o mundo. O juízo começa pela casa de Deus. Primeiro a igreja se volta para Deus, então, ela convoca o mundo a arrepender-se e voltar-se para Deus.


2. Reavivamento é uma obra exclusiva de Deus. Os filhos de Coré clamaram a Deus por reavivamento. Eles entenderam que somente Deus poderia trazer à combalida nação de Israel um tempo de restauração. Nenhum esforço humano pode produzir o vento do Espírito. Nenhuma igreja ou concílio pode gerar esse poder que opera na igreja um reavivamento. Esse poder não vem da igreja; vem de Deus. Não vem do homem; emana do Espírito. Não procede da terra; é derramado do céu. Laboram em erro aqueles que confundem reavivamento com emocionalismo. Estão na contramão da verdade aqueles que interpretam as muitas novidades do mercado da fé, eivadas de doutrinas estranhas às Escrituras, como sinais de reavivamento. Não há genuína obra do Espírito contrária à verdade revelada de Deus. O Espírito Santo é o Espírito da verdade e ele guia a igreja na verdade. Jamais ocorreu qualquer reavivamento espiritual, produzido pelo Espírito de Deus, dentro de seitas heterodoxas, pois Deus não age contra si mesmo nem é inconsistente com sua própria Palavra.


3. Reavivamento é uma obra extraordinária de Deus. O reavivamento não é apenas uma obra de Deus, mas uma obra extraordinária. É uma manifestação incomum de Deus na vida do seu povo e através do seu povo. Deus pode fazer mais num dia de reavivamento do que nós conseguimos fazer num ano inteiro de atividades, estribados na força da carne. Quando olhamos os reavivamentos nos dias dos reis Ezequias e Josias, vemos como o povo se voltou para Deus e houve júbilo e salvação. Quando contemplamos o derramamento do Espírito no Pentecostes, em Jerusalém, vemos como a mensagem de Pedro, como flecha, alcançou os corações e quase três mil pessoas se agregaram à igreja. Quando estudamos o grande reavivamento inglês, no século dezoito, com John Wesley e George Whitefield constatamos que uma nação inteira foi impactada com o evangelho. O mesmo aconteceu nos Estados Unidos no século dezenove e na Coréia do Sul no século vinte. O reavivamento é uma obra incomum e extraordinária de Deus e nós precisamos urgentemente buscar essa visitação poderosa do Espírito Santo na vida da igreja hoje.


4. Reavivamento é uma obra repetida de Deus na história. É importante entender que o Pentecostes é um marco histórico definido na história da igreja. O Espírito Santo foi derramado para estar para sempre com a igreja e esse fato é único e irrepetível. Porém, muitas vezes e em muitos lugares, Deus visitou o seu povo com novos derramamentos do Espírito, restaurando sua igreja, soprando sobre ela um alento de vida e erguendo-a, muitas vezes, do vale da sequidão. Nós precisamos preparar o caminho do Senhor e orar com fervor e perseverança como o salmista: “Porventura, não tornarás a vivificar-nos, para que em ti se regozije o teu povo?” O reavivamento é uma promessa de Deus e uma necessidade da igreja. É tempo de clamarmos ao Senhor até que ele venha e restaure a nossa sorte!

Por Hernandes Dias Lopes